2017

Consumidores rurais também compram online

Vida Económica, 22 dezembro 2017

Com a proliferação da internet de banda larga para zonas mais remotas do país e com a crescente oferta de produtos para venda online, os consumidores rurais passaram a ver no e-commerce uma oportunidade para as suas compras. Tipicamente mais longe de lojas físicas e com menor variedade de oferta local, os consumidores rurais têm assim acesso a grande variedade de produtos, sem terem que sair das suas casas. Vender a este tipo de clientes tem implicações ao nível da oferta e das operações de fulfilment (picking dos artigos e serviço de entrega da encomenda) para os retalhistas.

Estratégias industriais com base em serviços avançados

Vida Económica, 24 novembro 2017

Cada vez mais as empresas industriais adotam estratégias de servitização, consistindo na prestação de serviços que complementam os produtos vendidos. A lógica subjacente é a de que os serviços fomentam a diferenciação, aumento de vendas e rentabilidade, permitindo a concorrência com fabricantes de economias com menores custos laborais.

Design Thinking na Noite Europeia dos Investigadores

Vida Económica, 27 outubro 2017

No dia 29 de setembro de 2017, a INOVA + e a Câmara Municipal de Matosinhos organizaram uma conferência intitulada “Diversificação especializada para potenciar o crescimento da região norte” no âmbito do evento “Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à moda do Norte”. A Noite Europeia dos Investigadores é uma iniciativa anual promovida pela Comissão Europeia desde 2005, no âmbito das Ações Marie Curie, tendo lugar em mais de 300 cidades e 30 países europeus em simultâneo, na última sexta-feira de setembro. A conferência incluiu uma mesa redonda sobre Design Thinking (DT), moderada por Miguel Sousa da INOVA +. Os oradores convidados foram Katja Tschimmel da ESAD Matosinhos, Nuno Abrantes da Novabase, Ricardo Morais do SLab/ Católica Porto Business School e Teresa Franqueira do ID+ DESIS Lab.

Modelos de negócio para serviços inteligentes

Jornal Económico, 4 outubro 2017

A prestação de serviços inteligentes com base na Internet das Coisas requer o desenvolvimento de novos modelos de negócio.

A Internet das Coisas possibilitou a interligação remota de objetos e produtos, dando origem à emergência dos chamados serviços inteligentes (smart services). Por exemplo, na área da saúde a aplicação de sensores no corpo de um paciente pode permitir a monitorização do nível de açúcar no sangue, alertando quando o nível é demasiado elevado ou até administrando de forma autónoma insulina no paciente; este fica, assim, liberto do trabalho de monitorização e tomada de decisão.

Desenho de customer journeys e vantagem competitiva

Vida Económica, 28 julho 2017

No dia 11 de julho de 2017, o SLab – Service Management Lab organizou um workshop sobre os últimos desenvolvimentos na área do desenho de serviços (service design). O evento teve como objetivo: i) apresentar ferramentas analíticas tais como a customer journey map (CJM) e a process chain network (PCN); e ii) discutir a relação entre estas ferramentas e a ideação através do design thinking (DT).

Medir o desempenho por metas relativas

Vida Económica, 26 maio 2017

Os ciclos de gestão das organizações comportam, normalmente, o estabelecimento de objetivos, consubstanciados em metas para o desempenho ambicionado. Estas metas podem abranger diversas dimensões e naturezas. Exemplos de opções disponíveis incluem: financeira/não-financeira; curto-prazo/longo-prazo; interna/externa; lagging/leading. De entre as opções, algumas organizações têm explorado a utilização de metas relativas, que procuram medir e fixar objetivos de desempenho em comparação com uma referência determinada. O exemplo mais simples será comparar o comportamento do Volume de Negócios entre competidores. Outros exemplos de metas relativas encontrados em empresas, vão desde as financeiras, tais como estar acima da média do primeiro quartil na Rentabilidade do Capital Empregue do setor (banco de origem sueca), até aos drivers de valor futuro (leading), tais como o registo do maior número de patentes para novos produtos em Portugal (produtora de material sanitário).

A indústria 4.0 não muda os fundamentos da boa gestão

Jornal de Negócios, 9 maio 2017

As novas tecnologias não alteram os fundamentos que umaboa gestão deve ter” diz Rui Soucasaux Sousa, professor catedrático, da Católica Porto Business School e director do ServiceManagementLab. “As revoluções tecnológicas passadas ensinaram-nos que o sucesso depende muito mais de como se usa a tecnologia para criar valor, do que simplesmente adoptar as novas tecnologias por si só. Mais ainda, o ambiente de negócio actual émuito menos permissivo a erros de gestão”, concluiu Rui Soucasaux Sousa.

Revolução digital aumenta produtividade das empresas

Dinheiro Vivo, 8 maio 2017

“A digitalização, traduzindo-se na desmaterialização da informação, tem claramente impacto na produtividade das empresas”. A garantia é dada por Conceição Andrade e Silva, docente da Católica Porto Business School, que organizou recentemente a conferência “O poder da digitalização na gestão de informação”. Em declarações ao Dinheiro Vivo, a especialista deu um exemplo simples e prático: “Um documento que existia anteriormente, apenas em formato papel, e tivesse que ser consultado por vários utilizadores, compreende-se que havia tempo perdido a arquivar o documento, a procurá-lo para consulta, a transportá-lo de um utilizador para outro. Todos estes tempos perdidos desaparecem com a digitalização e isso pode ter um impacto significativo na produtividade individual e colectiva.”

Business Analytics na Prática

Vida Económica, 28 abril2017

O Business Analytics (BA) é um movimento relativamente recente que consiste na tomada de decisão com base em dados, permitindo às empresas obter vantagens competitivas através do valor que podem retirar da análise de dados. O Business Analytics (BA) é um movimento relativamente recente que consiste na tomada de decisão com base em dados, permitindo às empresas obter vantagens competitivas através do valor que podem retirar da análise de dados.

Competir através de produtos e serviços inteligentes

Vida Económica, 31 março 2017

As novas tecnologias de informação estão a revolucionar os produtos, tornando-os inteligentes (smart products; Porter & Heppelmann, 2014, Harvard Business Review). A inteligência resulta de adicionar às tradicionais componentes mecânicas e elétricas dos produtos dois outros tipos de componentes: i) componentes inteligentes, tais como sensores, microprocessadores, armazenamento de dados, software e interface com o utilizador; ii) componentes de conetividade, tais como antenas, permitindo ligações com fios ou sem fios com o produto. Os sensores tipicamente monitorizam o estado do produto, o seu ambiente circundante e a forma como está a ser utilizado. As camadas de inteligência e conetividade abrem enormes potencialidades para prestar serviços através dos próprios produtos, serviços esses que são comummente designados de serviços inteligentes (smart services).