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Substituir o Júri? Como usar a Inteligência Artificial para medir a qualidade de um relatório anual

INFORMED, Autumn 2019 Artigo sobre o uso da inteligência artificial para avaliar a qualidade de relatórios anuais de contas. Artigo (pp.10) [In English]

Como pode a indústria prestar serviços de forma eficiente?

Jornal Económico, 8 julho 2019

A prestação de serviços tem uma natureza muito diferente da atividade produtiva a que as empresas industriais estão habituadas. Implica uma relação mais próxima com o cliente.

A revolução 4.0 traz promessas e perigos

Jornal O Público, 02 abril 2019

A 5 de Janeiro de 1914, o empresário americano Henry Ford – criador de um método de produção que tornava o trabalho dos empregados quase robótico, mas muito eficaz – aumentou drasticamente o salário dos funcionários. A medida tornou-se célebre nos livros de história e gestão. O aumento não pretendia apenas evitar que os empregados faltassem ao trabalho ou se despedissem de um emprego monótono. Tinha também o poderoso efeito secundário de dar aos funcionários rendimento para comprarem os automóveis produzidos na fábrica em que eles próprios trabalhavam.

De Centros de Serviços Partilhados a Centros Corporativos

Vida Económica, 29 março 2018

Qual a importância da pergunta: “estará a Google a instalar em Portugal um call-center ou um centro de operações?”
O atendimento em call-center é uma das funções possíveis de serem exercidas em Centros de Serviços Partilhados (CSP). Os CSP concentram recursos de uma organização destinados à execução de atividades comuns às suas unidades de negócio. Estas atividades comuns asseguram a execução de funções de suporte de que são exemplos: contas a pagar, faturação, contabilidade, cobranças e o crédito nas funções financeiras; o helpdesk, serviço
de rede e manutenção das infraestruturas nas funções de tecnologias da informação; o processamento de salários e as avaliações de desempenho nas funções de recursos humanos; a colocação de encomendas nas funções de compras. Os CSP podem assegurar a execução de tarefas específicas (call-center) ou assumir operações globais, caso em que se podem redenominar como Global Business Services.

Os rankings no secundário

Vida Económica, 23 fevereiro 2018

No início do mês de fevereiro os jornais publicaram os habituais rankings de escolas. Os rankings do jornal “Público”, feitos em colaboração com a Católica Porto Business School e inserindo-se na linha de investigação em Benchmarking do SLab, este ano deram enfoque à infl ação das notas de algumas escolas que excedem os limites daquilo que se considera adequado. A questão da infl ação das notas é particularmente relevante enquanto as médias internas forem tidas em conta na média de candidatura ao ensino superior, já que a sobreavaliação pode criar claras injustiças no acesso.

O futuro digital do retalho

Vida Económica, 26 janeiro 2018

O retalho é uma indústria em crescimento, não apresentando quaisquer sinais de retrocesso. As vendas mundiais a retalho cresceram 4,8% ao ano durante a última década, sendo que, em 2016, a atividade digital representava 9% do total das vendas, estimando-se que este indicador atinja os 20% em 2020, acompanhando a expansão global do acesso à internet por parte dos consumidores. Em economias avançadas (Alemanha, UK, Coreia do Sul), a taxa de penetração do acesso doméstico à internet encontra-se acima dos 80%. Outros países, como a Rússia e a Índia, contornaram a era do e-commerce, saltando diretamente para o m-commerce, tirando partido da facilidade, proximidade, fl exibilidade e rapidez promovida pelos sistemas móveis – tabletse smartphones.

Consumidores rurais também compram online

Vida Económica, 22 dezembro 2017

Com a proliferação da internet de banda larga para zonas mais remotas do país e com a crescente oferta de produtos para venda online, os consumidores rurais passaram a ver no e-commerce uma oportunidade para as suas compras. Tipicamente mais longe de lojas físicas e com menor variedade de oferta local, os consumidores rurais têm assim acesso a grande variedade de produtos, sem terem que sair das suas casas. Vender a este tipo de clientes tem implicações ao nível da oferta e das operações de fulfilment (picking dos artigos e serviço de entrega da encomenda) para os retalhistas.

Estratégias industriais com base em serviços avançados

Vida Económica, 24 novembro 2017

Cada vez mais as empresas industriais adotam estratégias de servitização, consistindo na prestação de serviços que complementam os produtos vendidos. A lógica subjacente é a de que os serviços fomentam a diferenciação, aumento de vendas e rentabilidade, permitindo a concorrência com fabricantes de economias com menores custos laborais.

Design Thinking na Noite Europeia dos Investigadores

Vida Económica, 27 outubro 2017

No dia 29 de setembro de 2017, a INOVA + e a Câmara Municipal de Matosinhos organizaram uma conferência intitulada “Diversificação especializada para potenciar o crescimento da região norte” no âmbito do evento “Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à moda do Norte”. A Noite Europeia dos Investigadores é uma iniciativa anual promovida pela Comissão Europeia desde 2005, no âmbito das Ações Marie Curie, tendo lugar em mais de 300 cidades e 30 países europeus em simultâneo, na última sexta-feira de setembro. A conferência incluiu uma mesa redonda sobre Design Thinking (DT), moderada por Miguel Sousa da INOVA +. Os oradores convidados foram Katja Tschimmel da ESAD Matosinhos, Nuno Abrantes da Novabase, Ricardo Morais do SLab/ Católica Porto Business School e Teresa Franqueira do ID+ DESIS Lab.

Modelos de negócio para serviços inteligentes

Jornal Económico, 4 outubro 2017

A prestação de serviços inteligentes com base na Internet das Coisas requer o desenvolvimento de novos modelos de negócio.

A Internet das Coisas possibilitou a interligação remota de objetos e produtos, dando origem à emergência dos chamados serviços inteligentes (smart services). Por exemplo, na área da saúde a aplicação de sensores no corpo de um paciente pode permitir a monitorização do nível de açúcar no sangue, alertando quando o nível é demasiado elevado ou até administrando de forma autónoma insulina no paciente; este fica, assim, liberto do trabalho de monitorização e tomada de decisão.