Rui Sousa, Diretor do SLab, orador na XIV Conferência da Executive Digest e da Católica Porto Business School: “Transformação Digital – Tecnologia ou Estratégia?”

No dia 17 de abril decorreu na CPBS a XIV Conferência da Executive Digest e da Católica Porto Business School cujo mote foi: “Transformação Digital – Tecnologia ou Estratégia?”.

Rui Soucasaux Sousa, Diretor do SLab, integrou a mesa redonda que contou ainda com as presenças de Carlos Alves (Diretor de Sistemas de Informação da Sogrape Vinhos), Ferrari Careto (Administrador da EDP Comercial), Nelson Santos de Brito (Client Experience Director da Luz Saúde), e Tiago Simões (Diretor de Marketing do Continente / SONAE MC) e que debateu precisamente esse tema – o potencial resultante da transformação digital das empresas que é enorme, quer em oportunidades quer em volume de negócio, mas está dependente da conjugação de dois fatores: tecnologia e estratégia.

O evento contou ainda com a presença de Paulo Moreira (Digital Platform & Innovation Coordinator da Sonae/ Worten), Sérgio Carvalho (Diretor de Marketing da Fidelidade), Tiago Sousa (Managing Partner da Liminal), Paulo Cunha (Diretor de Marketing Digital da TOYOTA), Mónica Serrano (Chief Marketing Officer da L’Oréal), responsáveis pela apresentação dos 5 cases de Transformação Digital.

Efectivamente, as sucessivas vagas de inovação tecnológica têm mostrado que o sucesso empresarial depende mais de como as novas tecnologias alavancam o modelo de negócio da empresa do que apenas a adoção e a utilização das mesmas. A gestão de topo deverá efectuar uma análise estratégica dessas mesmas novas tecnologias, antes de decidir o que implementar e como implementar, analisar e compreender as suas potencialidades e limitações, refletir sobre o impacto que as tecnologias terão sobre o seu modelo de negócio e finalmente, a transformação digital necessita do desenvolvimento atempado das competências necessárias para potenciar as tecnologias, seja a nível de pessoas, sistemas de informação ou ecossistema de parceiros.

Haverá que decidir se, como e quando alterar o modelo de negócio atual em resposta à inovação tecnológica. Embora a adoção das tecnologias por si só não garanta vantagem competitiva, a não adoção na altura certa pode levar a desvantagem competitiva.